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A contabilidade feita à moda antiga não serve mais para o seu cliente

June 2, 2015
min de leitura
Equipe Nibo
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Muito já se fez pela modernização da contabilidade no Brasil. Desde a normatização dos princípios contábeis à harmonização das normas brasileiras aos padrões internacionais, a preocupação em facilitar as transações contábeis, principalmente internacionais, é crescente. Todavia, a contabilidade no Brasil ainda sofre arcaica influência dos tempos de alta inflação da década de 80.

Na época, a desvalorização constante da moeda afetava diretamente e a todo momento o saldo dos balanços contábeis das empresas, o que acabava distorcendo as informações das demonstrações contábeis. Além disso, a necessidade constante de atualização de informações e de números acabava atrasando o fechamento dos balanços que, consequentemente, apresentavam resultados defasados. Assim, as informações oferecidas pelos contadores acabavam perdendo valor e criou-se, por isso, a impressão de que eram pouco relevantes. Infelizmente, essa ideia acabou distanciando o contador das funções gerenciais que dependem de análises de informações precisas e atuais. A era da inflação acabou contribuindo consideravelmente para a visão negativa que muitos ainda têm sobre a contabilidade no Brasil: de que contadores lidam somente com papéis, legislações e burocracias.

O fato é que essa ideia não procede, ou pelo menos não deveria, já que o conceito de contabilidade engloba ações muito mais estratégicas do que meras questões burocráticas. Um contador, além de elaborar balanços que demonstrem o real estado econômico-financeiro da entidade, deve fazer deles fontes de informações para desenvolver avaliações gerenciais, para elaborar painéis de acompanhamentos e, principalmente, para ajudar seu cliente a aumentar sua lucratividade e rentabilidade.

O contador moderno deve ter a capacidade de analisar números de maneira que possa fazer projeções e apontar oportunidades que os clientes não têm tempo ou conhecimento para enxergar sozinhos, principalmente quando se trata de micro e pequenas empresas.  Nesses casos, aliás, como seus gestores tendem a acumular funções e coordenar vários setores ao mesmo tempo, muitas vezes não conseguem analisar os balanços de maneira mais profunda. Logo, um contador que esteja apto e disposto a oferecer esse tipo de orientação aos seus clientes estará não só contribuindo para a evolução do papel da contabilidade no país, mas certamente estará também agregando valor ao seu trabalho e possivelmente gerando mais lucro para o seu escritório.

E são desses “novos” contadores que o mercado necessita. De contadores-gerentes-consultores-colaboradores, e não meros conhecedores de decreto e resoluções que passam grande parte do tempo executando tarefas burocráticas, cumprindo obrigações e oferecendo números que não dizem nada. A era da inflação galopante terminou, os anos 80 já se passaram e os tempos mudaram!

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